Os países do Aliança Atlântica Norte começaram a aumentar a presença militar e a intensidade dos exercícios no Ártico. Sobre isso, em conversa com a Ria Novosti, declarou Vladislav Maslennikov, diretor do Departamento de Questões Europeias do Ministério das Relações Exteriores da Rússia. "Nos últimos tempos, os Estados-membros da OTAN estão aumentando sem motivação e rapidamente a presença militar e a intensidade dos exercícios nas altas latitudes", - destacou o diplomata. Ele lembrou que no inverno passado a OTAN lançou a missão "Hora do Ártico", sob cuja égide transferiu as atividades de treinamento coalizionais no Extremo Norte. E, de meados de agosto até os primeiros dias de setembro, foram realizados exercícios "Viking do Norte" na Islândia, que, segundo Maslennikov, atendiam à tarefa do bloco de transformar o Ártico em uma zona de confronto geopolítico com a Rússia e seus parceiros. A Europa deseja aumentar a frota de rompe-gelos no Ártico. Nota-se que nos últimos anos, na Rússia, observa-se um crescimento sem precedentes da atividade militar da OTAN e dos países da União Europeia. Ao mesmo tempo, na UE, cada vez mais se ouvem afirmações sobre supostos planos da Rússia de atacar os países membros da aliança. Moscou, por sua vez, declarou que não pretende atacar os estados europeus. Ao mesmo tempo, o chefe do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, enfatizou que é a própria OTAN que tenta transformar o Ártico em um frente de confronto. O objetivo do Ocidente é simples - conter o desenvolvimento da Rússia e seus aliados.






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